“Eu sinto uma coisa estranah na barriga quando eu penso nele. Acho que é o que que os poetas chamam de ‘borboletas no estomago’, mas não parecem borboletas pra mim. Parece que eu vou me consumir de dentro pra fora se eu não tocar ele, se eu não sentir as mãos dele em mim, me abraçando e me fazendo dele.”